Farei a Deus uma prece
Para que consiga esquecer-te
E pedirei perdão por este sacrilégio
Por usar seu sagrado nome
Em um poema de amor profano
Pedirei a Ele perdão
Mas em meu coração eu amo
Minha consciência me culpa
Ma esse amor eleva-me
Pro alto céu da loucura
Se disser que não amo, estarei mentindo
Então peco duplamente
Por amar e por mentir que não amo
Mas em meu coração não há engano
Há apenas amor, dúbio e profano
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Triste Lamento
Lamento, partirmos assim
Nossos nortes estão opostos
Em seu coração não há lugar para mim
Lamento toda essa tristeza
Essa incerteza morando em nós
Lamento meus braços ficarem vazios
Pois teu corpo já tem morada
Lamento seus lábios não conhecerem meus beijos
Seu olfato não ter sentido o meu cheiro
Nem o seu corpo ter sentido o calor do meu
Lamento seus olhos não verem os meus de perto
Lamento nossas almas terem sido apartadas
Você no seu mundo completo
E eu no meu mundo do nada
De certo quando existias
De outro mundo contigo eu sonhava
Mas cheguei na hora incerta
E bati na porta errada
Lamento esse ledo engano
Ter visto em ti o amor da minha vida
Quando na verdade és o amor de outra vida
Lamento, como eu lamento...
Ter chegado, quando já ias embora.
Nossos nortes estão opostos
Em seu coração não há lugar para mim
Lamento toda essa tristeza
Essa incerteza morando em nós
Lamento meus braços ficarem vazios
Pois teu corpo já tem morada
Lamento seus lábios não conhecerem meus beijos
Seu olfato não ter sentido o meu cheiro
Nem o seu corpo ter sentido o calor do meu
Lamento seus olhos não verem os meus de perto
Lamento nossas almas terem sido apartadas
Você no seu mundo completo
E eu no meu mundo do nada
De certo quando existias
De outro mundo contigo eu sonhava
Mas cheguei na hora incerta
E bati na porta errada
Lamento esse ledo engano
Ter visto em ti o amor da minha vida
Quando na verdade és o amor de outra vida
Lamento, como eu lamento...
Ter chegado, quando já ias embora.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Metade
Pensar em ti é minha sina
Não ter você é meu flagelo
Meu pensamento te desenha
Percorre toda a distância
E só encontra solidão
Lamentos...
De nossos olhos que não se olham
De nossos lábios que não se beijam
De nossos corpos que não se encontram
O som da sua voz ainda ressoa em meus ouvidos
A única recordação que tenho de ti
Perguntas sem respostas
Dores que nos alimentam
Uma parte de mim é o que sou
E a outra você, que eu nunca pude conhecer
Um espelho escurecido em que vejo meu rosto
E sinto meu corpo envolvido por braços que não consigo ver
Meu destino será tua espera e enquanto te espero
Vou com a lua minguando...
Com as estações passando
Com o dia amanhecendo
Com a noite morrendo
E sonhando a ti pertencer
Meu silêncio fala e meu coração cala
Por que metade de mim acaba
Onde começa você.
sábado, 22 de janeiro de 2011
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